sexta-feira, 20 de julho de 2012

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS


A cada 8 minutos abre um portal magnético entre a Terra e o Sol
Alinhamento planetário, conjução Jupiter, Vênus, Estrela Aldebarã
As estrelas são seres conscientes
Auroras Boreais tem banda sonora
Chuva de meteoros durante um mês a partir do dia 25.07.2012
Grande Quadratura deste ano
Judaismo Cabala Interinclusão ou Unicidade

Nasa estuda portais magnéticos que conectam a terra com o sol
Passagem á quarta dimensão ... o que diz a ciência
Sétima Profecia Maya - Nibiru
Som do Sol
Supernova Cygnus Loop [materialização de um Ser]
Supernovas explosões se converte em sonata
Soronizando supernovas
Wormholes El despertar de la consciencia [los sintomas

CROP CIRCLE MESES JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012

 09.07.2012  

Cada esfera corresponde a un mes del presente año. La esfera mayor y más cercana corresponde al mes de julio, o sea la fecha del mes del crop. Desde la esfera correspondiente al mes de noviembre se marca el comienzo de un fenómeno, el que abarca parte del mes de noviembre y encapsula totalmente al mes de diciembre. Este comienzo está marcado con líneas perpendiculares, ello es un plano o círculo, pero lo vemos o está en forma lateral. Ella representa la venida o arremetida de un fuerte campo magnético o energético sobre La Tierra.

La cápsula encierra: a La Tierra (esfera central), está a su vez está encerrada por una elipse que la toca en la parte frontal y de ese sector emanan 10 líneas o rayos, cuyos límites es la demarcación de la cápsula. La elipse representa el campo magnético del planeta.

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INTERINCLUSÃO OU UNICIDADE


A Cabalá afirma que todo o Universo existe num sistema chamado “Interinclusão” ou unicidade. Tudo o que existe está ligado e faz parte de uma mesma estrutura. Esta descrição do processo da Criação sugere que tudo, acima e abaixo, está interconectado. Não podemos separar o céu e a terra, as dimensões espirituais do mundo material.

O entendimento da relação entre as “partes” e o “todo” fica mais claro através da globalização. O ser humano precisa adquirir a consciência de que seu comportamento individual – pensamentos, palavras, atos e omissões tem um impacto no Universo.

cabalasp.blogspot.com

COSMOS CHUVA DE METEOROS DURANTE UM MÊS

Se espera que una de las lluvias de meteoros más pintorescas y prolongadas se 'derrame' sobre la Tierra desde el 25 de julio.

Este año los astrónomos están esperando que Las Perseidas, más conocidas como las Lágrimas de San Lorenzo, sean más intensivas y más duraderas -casi un mes- que en otras ocasiones.

Las Perseidas son una de las más abundantes lluvias de estrellas que cae cada año sobre la Tierra en agosto. El regular número de los 'viajeros celestes', que son astillas del cometa Swift-Tuttle, es de 60 meteoros por hora. Pero este año están esperando que su número se duplique y el flujo acelere la velocidad de 100-110 meteoros por hora y llegue a su máximo la noche del 12 al 13 de agosto, cuando en una hora alrededor de 150 estrellas fugaces caerán sobra la Tierra. Los meteoros entrarán en la atmosfera de nuestro planeta a una velocidad de 59 km por segundo a una altitud de 130 km y se quemarán en pocos instantes dejando huellas luminosas en el firmamento nocturno.

Este pintoresto fenómeno cósmico se puede contemplar casi desde cualquier parte de nuestro planeta, pero los especialistas indican que el mejor punto de observación se ubica en la zona norteña del océano Pacífico.

El flujo de meteoros Perseidas es conocido desde hace 2.000 años. Las referencias a este fenómeno se encuentran en fuentes históricas chinas y sumerias, datadas en el año 36 d.C.

actualidad.rt.com/

segunda-feira, 16 de julho de 2012

EXPLOSÃO SOLAR PRODUZ AURORA BOREAL NA TERRA


A Nasa (Agência Espacial Americana) recomendou aos exploradores celestes que estejam atentos na noite de quarta-feira. Devido a uma erupção solar causada no domingo passado é possível que possam ver uma espetacular aurora boreal. O laboratório solar da Nasa detectou uma erupção na superfície do Sol, que explodiu e fez voar toneladas de plasmas (átomos ionizados) no espaço.

UOL Noticias

domingo, 15 de julho de 2012

A PASSAGEM PARA A 4ª DIMENSÃO

Segundo esta perspectiva teórica, o Universo estaria composto por cordas de energia vibrando, localizada em um espaço / tempo de 6 ou 7 dimensões, mas lá da terceira que conhecemos. Estas dimensões extras estariam compactadas, enroladas sobre se mesmas e por esta razão é que resulta muito difícil sua observação.

Atualmente, nos laboratórios de física e através de aceleradores de partículas se busca um método para detectar os traçados de outras dimensões. Segundo os últimos informe (por exemplo, Hunting for higher dimensions, P.Weiss, Science News, Vol. 157, n.8. 2000) não falta muito para que o descobrimento chegue e surpreenda a todos.

Já não nos surpreendemos quando a ciência demonstrou que somos em 99% espaço vazio. Estamos preparados para uma nova mudança de perspectiva? E até, mas importante: estão nossos cientistas preparados para dito descobrimento?

Faz muito tempo que os representantes da Nova Consciência, estudiosos de metafísica e especialistas na sabedoria antiga, alertaram sobre uma mudança dimensional que afetará nossas vidas. Dita mudança é dupla: por um lado responde a transformações na estrutura espaço temporal de nosso planeta (algo que tem que ver com a física e que não será analisado aqui), mas por outro, envolve um salto evolutivo na consciência do homem, fenômeno espiritual que se vem produzindo há décadas.

Uma série de manifestações naturais estariam marcando as pautas desta mudança dimensional: aumento da vibração da Terra, aceleração do tempo, redução do campo magnético do planeta, ativação de códigos em nosso DNA, etc. (para explorar a evidência científica ao respeito podem consultar os artigos do Gregg Braden).

Todo o qual -entre outras coisas- facilita a comunicação com Seres de Vibração Elevada que se encontram fora do plano terrestre, por exemplo, os Professores Ascendidos.

Os Professores Ascendidos são seres que alguma vez viveram na Terra, mas que desencardiram suas consciências a tal ponto que já não precisam reencarnar. Cumprem uma missão de assistência e guia para os humanos encarnados que desejam evoluir. Os Professores falam muito do tema da ascensão. A ascensão é o processo humano que acompanhará a mudança física do mundo, sua passagem desde a terceira dimensão por volta da quarta dimensão, para logo acessar a uma quinta dimensão. A ascensão é o nome para designar a elevação de nossa consciência.

Conforme as últimas canalizações (transmissão de informação do Professor a seus discípulos por meios psíquicos), o processo deveria completar-se nas próximas duas décadas.

O Professor Djhwal Khul, por exemplo, transmitiu que a quinta dimensão tem como características:

a) a presença de Anjos e devas; essencialmente vórtices de energia de luz e cor.

b) a presença das matrizes energéticas de cada objeto da terceira
dimensão

c) o fato de que ali os pensamentos e emoções se manifestam (voltam-se realidade) automaticamente.

O Professor Bartolomeo, por sua parte, explica que não se trata de um “salto” de uma a outra dimensão, a não ser um aumento paulatino da vibração de nossa consciência. Quanta mas espiritualidade pomos em nossa vida (mas consciência de quem sou em realidade); quanto, mas desencardimos nossos pensamentos e emoções, mas vibramos em uma freqüência, mas elevada. Uma vez alcançada uma vibração afim à quarta dimensão, os fatos e personagens da terceira vão desaparecendo para nós e já não nos afetam.

Aqueles que se esforçam em manter esta freqüência vibratória elevada começam a sentir que literalmente “estão vivendo em outro mundo”, cheio de coincidências significativas, desejos que se cumprem e fenômenos extraordinários.

Chegará um dia em que não recordemos como era a vida em uma terceira dimensão. Esquecer-nos-emos do que era experimentar o medo e a falta de amor. O mundo, tal como o conhecemos, desaparecerá, deixando em seu lugar outro, mas luminoso e sereno.

Entretanto, não há por que preocupar-se. Não despertará um dia para encontrar que tudo desapareceu. Até que todas as consciências do planeta se elevaram ao nível necessário como para que se produza a passagem dimensional, a terceira dimensão seguirá existindo com toda seu “solidez”.

Muitas pessoas experimentaram a vida na quarta dimensão a partir de suas projeções astrais ou experiências interdimensionais. Conforme contam, alguns humanos de consciência elevada já estão vivendo nesse plano. Algumas das características da quarta dimensão são as seguintes:

- a conexão com Deus é, mas intima
- cada segundo é desfrutado e dura uma eternidade
- tecnologia a base de energias renováveis (por exemplo, o sol)
- cura com a energia da luz
- é como uma Terra nova, cheia de beleza

- existem corpos, mas podemos nos deslizar pelo ar
- a necessidade de comida se vai reduzindo paulatinamente
- maior variedade de matizes nas cores

- a gente é feliz, mas há seriedade neles, porque decidiram vir até aqui com pleno exercício de sua vontade

- as pessoas percebem as vibrações de outra imediatamente (transmissão de pensamento e emoções)

- as relações entre as pessoas são como entre células de um corpo (sincronicidades)

Indícios da passagem a 4ta. Dimensão
Há alguns fenômenos que nos estão indicando que a passagem a 4ta. dimensão está perto. Revisem a seguinte lista:.

1) Os Anjos e outras entidades de luz começam a ter mas influência em nós, nos enviando suas mensagens e nos sustentando com seu amor.

2) Começamos a descobrir que criamos nossa realidade mediante o pensamento, atraindo aquilo sobre o que pomos a atenção (visualização criativa)

3) Produzem-se com muita freqüência sincronias positivas: a pessoa em que estamos pensando chama, o objeto que precisamos aparece.

4) A realidade começa a perder solidez, passa “algo estranho”, a atmosfera parece diferente.

5) Temos uma sensação de pressão na pele, dores articular novos, fadiga que aparece sem razão.

6) Recebemos insinuações sussurradas pelos guias espirituais que nos dizem que algo está por acontecer.

7) Percebemos a estranha sensação de que o ar trocou (responde à mudança molecular)

8) Acontecem novos conflitos entre nações, guerras, terremotos (reação planetária, a Terra está comovida pela transformação)

9) Continua o desaparecimento de espécies animais (segundo alguns investigadores se deslizam por volta da quarta dimensão)

10) Recebemos informação de fontes desconhecidas, assimilamos rapidamente conceitos novos.

11) Experimentamos fenômenos de aceleração do tempo, parece que nunca alcança para nada.

Vicente Chagas

SÉTIMA PROFECIA MAIA NIBIRU

Prevê mudanças genéticas no organismo humano com o desenvolvimento de faculdades extra-sensoriais, como a telepatia, não apenas no sentido de transmitir o pensamento, mas, sobretudo a capacidade de ler o pensamento alheio, extinguindo atitudes hipócritas, o desenvolvimento da capacidade da auto-cura. (São Malaquias)

Existe uma teoria Maia que se refere a uma preparação transcendental do ser humano. Essa teoria se refere à mudança da Consciência do ser humano. Segundo os Maias, a própria energia adicional do raio emitido pelo centro da galáxia (HU-NAB Ku) ativará o código genético de origem divina dos seres humanos que estarão em alta frequência de vibração, ampliando a consciência de todos os seres humanos, gerando nova realidade coletiva e universal. Os sobreviventes serão os habitantes da nova Terra, da Nova Jerusalém tão mencionada no Evangelho.

Vejamos agora alguns pontos de vista astrológicos: durante o solstício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea.

Segundo a cosmologia Maia, o planeta Terra possui 8 grandes ciclos de duração de 20 anos, denominados Katun. O sétimo ciclo foi o ciclo da destruição dos governos. O oitavo Katun será concluído em 2012, caracterizando o último período do Ciclo Maia, considerado o ciclo dos fenômenos Cósmicos. Segundo pesquisas, esses ciclos não foram arbitrariamente traçados, mas foram feitos de acordo com conhecimentos astronômicos avançados. Os Maias acreditavam que o sol respira por 5.125 anos e depois ele explode, mudando a sua polaridade, causando uma labareda e projeções de massa coronária do sol, desativando satélites.

A profecia Maia do juízo final refere-se ao último dia do oitavo ciclo Katun, ou seja, 21 de dezembro de 2012, segundo Steven Alten. O quinto e atual ciclo terminará com um raro fenômeno cósmico que os Maias previram há mais de 2.000 anos e que baseia-se em um alinhamento astronômico, quando o sol do solstício se alinhará com o centro de nossa galáxia. Trata-se de um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos, diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.

A cada 26.000 anos o sol se alinha com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenômeno astrológico, uma mudança do eixo da terra em relação à esfera celeste. O fenômeno se chama Precessão. A Terra oscilará lentamente sobre o seu eixo mudando nossa orientação angular em relação à galáxia. Segundo John Major Jenkins uma precessão completa leva cerca de 26.000 anos.

Os sumérios, a civilização mais antiga do mundo, que viveram cerca de 6000 anos atrás, descreveram que o sistema solar é formado por um conjunto de 12 corpos celestes significativos, incluindo planetas como o longínquo Plutão (1930), Urano (1781) e Netuno (1846). Esses planetas foram reconhecidos na ciência contemporânea, confirmando o que já existiam nas escritas cuneiformes dos sumérios . Porém, existe um planeta que até hoje não foi encontrado ainda, ou quem sabe, foi encontrado, mas por questões misteriosas não foi reconhecido e divulgado pela ciência. Esse é o 12º planeta, o qual os sumérios denominavam Nibiru.

O Nibiru é citado na mitologia mesopotâmica como a morada dos mestres e colonizadores da Terra, os viajantes cósmicos que retornarão a cada 3.600 anos para a vizinhança da órbita terrestre. Segundo os Sumérios, era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "*raça de deuses*". Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos. Esses viajantes de Nibiru, os Anunnakis, chegaram à Terra e foram considerados deuses. A herança destes remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica.

O Nibiru é citado na mitologia mesopotâmica como a morada dos mestres e colonizadores da Terra, os viajantes cósmicos que retornarão a cada 3.600 anos para a vizinhança da órbita terrestre. Muitos astrônomos estão procurando este planeta misterioso. Entretanto, encontrei bibliografias que mencionam que a NASA já reconhece (mas não divulga) a existência do Nibiru, denominando-o de Orcus. "A NASA localizou um maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile". Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.

Porém, ele é dificilmente observado, pois não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada, muito além da órbita de Plutão.

O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, é o tempo que o Planeta X leva para completar uma órbita inteira em volta do Sol. Se diz que em 2012 ele aparecerá no céu como um segundo Sol.

A órbita excêntrica e extensa de Nibiru faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação na Terra. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana.

Essa órbita de 3600 anos em torno do sol, segundo profecias e escritas sumérias cuneiformes, coincide com o retorno de alguns deuses à Terra - Quetzalcoatl havia prometido retornar no pacote de 52 anos na unidade de tempo Baktun, considerando que um Baktun dura 144 mil dias. Dessa forma, o ano calculado do retorno mágico desse deus será em 2087 e não 2012. Esse retorno é justamente no ano em que o Nibiru passará pela Terra, trazendo os Anunnakis, ou seja, habitantes desse planeta.

Todas essas opções de cálculos são cíclicas. E em ambos os cálculos a chegada do Nibiru está em um futuro distante.

De fato, o Nibiru passou pela Terra cerca de 560 a.C. Considerando que o perfeito Sar de 3600 anos sempre foi um período orbital matemático, tendo em vista as órbitas celestiais de planetas, cometas, asteroides que se desviam de órbita em órbita em função da atração gravitacional de outros planetas próximos de onde passam. Alguns cientistas baseiam seus cálculos no acontecimento catastrófico do Dilúvio, cerca de 10.900 a.C. O dilúvio ocorreu por um desvio do eixo da Terra que fez com que a camada de gelo que cobria a Antártica se deslizou. Assim será quando o Nibiru passar pela Terra. Haverá um alinhamento planetário muito raro, que só acontece no período de 26.000 anos denominado Precessão, quando o sol se alinha com a Via Láctea, alterando o eixo da Terra. O ciclo de Precessão é uma medida dos Maias.

Se os sumérios há 6 mil anos estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos e mais a lua e o sol, dando um total de 11 corpos celestes. Porque estariam errados sobre o décimo segundo planeta? Se foi constatado a exatidão de suas observações astronômicas pela ciência contemporânea, não seria pouco provável que eles não poderiam estar igualmente corretos em relação ao Nibiru?

http://www.doismiledoze.com/

WORMHOLES EL DESPERTAR DE LA CONCIENCIA [LOS SINTOMAS]

Hoy quisiera comentarles acerca de 3 puntos significativos sobre cómo éste "remolino" de energía/conciencia que grafiqué días pasados, está haciendo su trabajo. Cuando hablo de remolino obviamente me refiero a la espiral ascendente o descen...dente (como quieran verlo) que se vá haciendo más estrecha a medida que vamos avanzando hacia lo que muchas culturas definieron de diferentes maneras, pero que en definitiva, (como lo llama Nassim Haramein), es un "horizonte de sucesos" que culminará en vaya a saber qué, pero parecería ser que es el portal de los portales, donde pasaremos hacia una nueva era de conciencia de luz.

Pues bien, el primero de éstos puntos es que, al acercarnos más á éste nodo, (los Hathors lo definen como "nodo caótico"), las líneas de tiempo que antes estaban separadas, se comienzan a comprimir y encimar, ésto da como resultado una sensación de atemporalidad, y se percibe como que sólo existe el ahora, perdemos la memoria, tenemos lagunas mentales, e inclusive se comienzan a solapar sucesos del pasado y del presente. El futuro no existe.

El segundo punto, es que éste estado, causa una especie de "resonancia fantasma", que hace que el pasado se nos "venga encima", de alguna manera. Seguramente tendrán noticias de personas que no han visto en aproximadamente 10 años o más, o tal vez sueñen, o las tengan en el pensamiento de manera presente, o tengan que, por alguna circunstancia, volver a una situación o lugar de aquella época que sin dudas ha tenido un espacio importante en sus vidas.

El tercer punto tiene que ver más con los síntomas. Todo este tsunami de cosas hace que (inconscientemente) se sientan en un estado de nostalgia, como que se están desprendiendo de algo importante, pero al mismo tiempo no logran visualizar claramente el futuro. Ésto obviamente se traducirá en miedo, desconfianza e incertidumbre. También éste estado, puede llegar a percibirse como un sentimiento de pérdida, aunque no logren determinar cual es el verdadero origen de ésto que sienten. Habrá mucha desorientación, ya que éstos 3 puntos que se mezclan como un cóctel sin pié ni cabeza, puede lanzarlos fuera de toda estructura mental a la que se hayan aferrado en el pasado.

Recuerden que estamos con un pié aquí y el otro allá, hasta que no estemos con los dos piecesitos allá, habrá que sostener el estado de ambivalencia, y ésto es lo más dificil!. Se harán preguntas tales como: "Deseo regresar a mi antigua relación o dejar sorprenderme por algo nuevo?" "Debo volver a vivir a mi antiguo lugar o mudarme a otra parte?" "Debo creer en que hay algo más allá o aferrarme a lo conocido?" "Debo bajar mi frecuencia y resignarme a mi trabajo de siempre o entregarme a lo que el universo me tiene reservado?" "Existe ésto o es mi imaginación?".

Seguiremos éstos movimientos día a día y de manera muy cercana. Antes se podían hacer informes mes a mes, ahora todo se vá entrelazando más rápidamente, y prácticamente a diario.

Un gran abrazo para todos!
Daniel Cipolat.
Proyecto de Oruga a Mariposa

GRANDE QUADRATURA DESTE ANO



"Estamos chegando na Grande Quadratura deste ano, do dia 15 de julho até aproximadamente 30 de julho estaremos com está dinâmica intensa nas nossas vidas.

Estes dois planetas lentos e geracionais, URANO e PLUTÃO que estão "convocando" e sinalizando a todos nós que é chegada a hora das necessárias e inadiáveis mudanças que demandam desapego, transformação profunda na maneira de agir com os outros e com o planeta, e na maneira de concebermos e construirmos um caminho para o que seja o futuro. Estarão interagindo com a Lua; nosso campo emocional, nossas memórias, nossa ancestralidade; e com Marte, o guerreiro, o ferro que fere, mas também salva.

Em nossas vidas , a cada um de nós este fenômeno celeste, este "olhar e ouvir" dos céus; nos diz que chegou a hora. Estejamos preparados ou não, vamos "sacudir" as velhas crenças, religiosas, políticas, sociais, econômicas, relacionais, familiares... Sem receio ou mesmo com receio de nada ainda ser claro ou seguro.

Como o bambu, que se curva diante da ventania, vamos dançar e celebrar o novo que chega, e honrar agradecendo ao que se vai e se transforma em memória e passado, em segundos tudo muda, e esta verdade eterna, está agora ao nosso alcance com toda a intensidade deste tempo.

Saudações ao guerreiro vermelho Marte, saudações ao senhor do mundo profundo, Hades-Plutão. saudações ao senhor do céu estrelado, o grande ancestral Urano, e principalmente saudações à vovó Lua, grande mãe , que sua generosidade e sabedoria nos inspire nesta travessia. Hou!"

Maurice Jacoel

AURORAS BOREAIS TÊM "BANDA SONORA"


As lendas e os contos tradicionais das zonas polares referem muitas vezes os estranhos sons provocados pelas auroras boreais. Esses ruídos, considerados produtos da imaginação popular, foram recentemente registados por investigadores da Universidade de Aalto, Finlândia (ver vídeo). Estes, localizaram a sua origem, revelando que se formam, aproximadamente, a 70 metros a nível do solo, durante o aparecimento das auroras.

Os investigadores localizaram as fontes de som através da instalação de três microfones no sítio da observação. Depois, compararam os ruídos captados pelos três e determinaram a fonte do som. As medições simultâneas das perturbações geomagnéticas realizadas pelo Instituto Meteorológico Finlandês mostraram um padrão típico das luzes do norte.

“Durante uma aurora boreal, é possível escutar os sons naturais do fenómeno. Antes, pensava-se que as auroras estavam demasiado distantes para que o som pudesse ser percepcionado. Isso não é errado. No entanto, a fonte do som está associada, provavelmente, às mesmas partículas energéticas, procedentes do Sol, que criam as luzes. Estas partículas ou a perturbação geomagnética produzida por elas cria um som muito mais próximo do chão”, explica o professor Unto K. Laine, da Universidade de Alto.

Os pormenores sobre como as auroras criam estes barulhos continua a ser um mistério. Os sons não se produzem com regularidade quando as luzes aparecem. Podem ser semelhantes a rangidos ou explosões surdas que duram apenas um curto período de tempo.

Outras pessoas que os escutaram descreveram-nos como um crepitar distante. São muito suaves, sendo necessário escutar com muita atenção para os distinguir do ruído do ambiente envolvente. Devido a estas descrições, os investigadores suspeitam que há vários mecanismos por detrás da formação destes sons.

www.cienciahoje.pt/index.php

segunda-feira, 9 de julho de 2012

NASA PLANEJA ESTUDAR PORTAIS MAGNÉTICOS QUE CONECTAM A TERRA COM O SOL


En 1998 se descubrieron “portales” en la estructura del tiempo-espacio que conectan a la Tierra con el Sol. Llamados Puntos X o regiones de electrones difusos, son lugares en los que se forma un camino ininterrumpido entre nuestro planeta y la atmósfera del Sol a 93 millones de millas de distancia.

Observaciones del explorador THEMIS sugieren que estos portales se abren alrededor de cada 8 minutos y están localizados a decenas de miles de kilómetros de la Tierra, donde el campo geomagnético se encuentra con la estampida del viento solar. Enormes cantidades de partículas fluyen a través de estas aperturaas, calentando la atmósfera de la Tierra y detonando tormentas generadoras de auroras en los polos.

Ahora la NASA está planeando una misión para estudiar estos portales: MMS, Misión Magnetoesférica a Multiescala.

El problemaque se enfrenta esta misión es encontrarlos, ya que son invisibles, inestables y elusivos. Los portales se forman debido a una reconexión magnética en la que se unen líneas de fuerza del Sol y la Tierra; esto ocurre en diferentes lugares repentinamente. Sin embargo, usando información de la nave exploradora Polar, científicos han ubicado 5 combinaciones de campos magnéticos y partículas energéticas que permiten definir donde ocurrirán estas aperturas.

“Es un atajo digno de los mejores portales de la ficción, sólo que esta vez los portales son reales. Y con stas nuevas señales, sabemos cómo encontrarlos”, dice Jack Scudder de la Universidad de Iowa.

pijamasurf.com

A CADA 8 MINUTOS SE ABRE UM PORTAL MAGNÉTICO ENTRE A TERRA E O SOL


Cuando termines de leer este artículo se habrá abierto un portal de energía entre la Tierra y el Sol. No se trata de una etérea aseveración propia del New Age y su proliferación de vagos vórtices espirituales bajo cualquier pretexto o alineación astrológica. Se trata de una sorpresiva observación científica realizada por astrofísicos de la NASA.

Hablamos de un “flux transfer event” (evento de transferencia de flujo), que conecta al Sol, a 93 mil millones de kilómetros de distancia, con la Tierra, y permite la entrada de una enorme cantidad de partículas de energía.

“Solíamos pensar que la conexión era permanente y que el viento solar podía penetrar la atmósfera de la Tierra cada vez que estuviera activo. Pero estábamos equivocados, las conexiones no son para nada estables. Son generalmente breves, llameantes y muy dinámicas”, dijo David Sibeck del Goddard Space Flight Center de la NASA.

El campo magnético del Sol presiona al campo magnético de la Tierra en su lado más cercano al Sol, fusionándose aproximadamente cada 8 minutos, formando un portal en forma de cilindro a a través del cual pueden fluir las partículas.

Las sondas THEMIS y Cluster han observado directamente estos portales cilíndricos, que llegan a ser tan amplios como la Tierra, encontrando que tienden a formarse sobre el Ecuador y luego se mueven hacia los polos. Los eventos de transferencia de flujos se mueven hacia el Polo Norte en diciembre y hacia el Polo Sur en julio.

Sibeck piensa que la frecuencia con la que están ocurriendo estos “eventos” es el doble de la que se pensaba y que los hay “activos” y “pasivos”, pero que no se sabe bien en qué consisten. Tampoco puede decir por qué suceden cada 8 minutos.
Aunque al parecer no está relacionado, es curioso que la luz del sol tarde 8:18 minutos en llegar a la Tierra. Pensando un poco fuera de la caja e incursionando en la sincronía simbólica, tal vez los portales magnéticos reflejan un ritmo cósmico de inhalación o pulsación: una puerta que se abre y se cierra cada 8 minutos; también, una armonía matemática: el 8 como número que rige la relación entre nuestro planeta y su fuente de energía.

La forma del número 8 remite a dos cosas: a un par de serpientes enroscadas, como en el caduceo de Hermes, y también a las órbitas de los cuerpos celestes.

Es posible seguir jugando y pensar que cada 8 minutos recibimos un paquete de alta energía del Sol, el cual podría reconfigurar nuestro propio campo electromagnético y quizá hasta nuestras células. Como si cada 8 minutos hubiera una ola luminosa en el mar del aire y nosotros, como un surfer que aguarda el momento preciso sobre su tabla, podemos deslizarnos por esa ola hacia la playa.

El trabajo de Paul LaViolette demuestra que el centro de la galaxia emite olas de rayos cósmicos y rayos gamma a diferentes intensidades según un comportamiento cíclico. Estos rayos penetran la heliósfera y hacen que el Sol emita a su vez rayos cósmicos que penetran la magnetósfera de la Tierra. Cada tanto el centro de nuestra galaxia emite una “superola” de partículas de alta energía, la cual podría ser responsable de los grandes cambios climáticos en la historia de nuestro planeta. LaViolette calcula que en los próximos 100 años una de estas superolas debería de estar llegando a nuestro sistema solar. Alrededor de 8 minutos después estaría entrando en nuestra atmósfera transformando la faz del planeta.

pijamasurf.com

O SOL É O SIMBOLO DO OURO ALQUÍMICO


Siempre los alquimistas hablaban de la música de las esferas como una armonía que guía el movimiento del cosmos al reproducir la partitura matemática holográfica del diseño divino. El Sol es el símbolo del oro alquímico, el principio áurico que rige las leyes de nuestro universo.

Y aunque esta música o ruido magnético no es precisamente lo que se piensa como esa música astral que conmueve el espíritu, nos permite apreciar la hipnótica fuerza que emana el campo magnético del sol, la misma energía que alimenta nuestra vida en la Tierra.

Astrónomos de la Universidad de Sheffield han logrado grabar por primera vez una serie de armónicos producidos por los campos magnéticos en la atmósfera exterior del astro rey. Inmensos loops magnéticos se desdoblan vibrando como las cuerdas de un instrumento musical vertiginoso (como diría el autor gnóstico conocido como Hermes, todo el universo es vibración, algo que recupera la teoría cuántica de las supercuerdas).

Estos loops magnéticos (o loops coronales) en ocasiones se comportan como ondas de sonido atravesado un instrumento de viento. Los científicos usaron imágenes satelitales para recrear el sonido convirtiendo las vibraciones visibles en sonidos y acelerando la frecuencia para que sea audible para el oído humano (según los principios de la alquimia pitagórica, la música de las esferas es justamente la radiación del silencio).

El profesor Robertus von Fáy-Siebenbürgen, director de física solar de la Universidad de Sheffield, dijo: “Es extrañamente hermoso y excitante oír estos ruidos por primera vez de una fuente tan poderosa”.

En una obra de Rudolph Steiner se habla de unos dragones que habitan en el Sol, los cuales mantienen una extraña conversación con los peregrinos astrales.

“Es un tipo de música, ya que tiene armónicos [...]. Nos provee de una nueva forma de aprender del Sol y abre una ventana a la física que ocurre dentro de sus capas exteriores, donde las temperatura es de millones de grados”, dijo von Fáy-Siebenbürgen.

Sí, la música más caliente, tal vez para tener sexo cósmico bajo los principios magnéticos de la ley de la atracción, la tormenta del sol en el tallo de jade en su viaje al cáliz del loto azul.

Los loops coronales parecen estar involucrados en la producción de llamaradas solares que emiten partículas de alta energía al espacio, creando lo que se conoce como la meteorología especial. Cuando esta se incrementa y se producen tormentas solares, la Tierra y todo los sitemas eléctricos pueden verse seriamente afectados.

En estos momentos la calma del Sol, la relativamente callada música de sus lenguas magnéticas, vaticina que se avecinan niveles de actividad magnética sin precedentes en los próximos años, probablemente produciéndose una mega tormenta para el 2012 o 2013.

Estudiar la música del Sol podría ayudar a predecir las tormentas solares.

pijamasurf.com

SUPERNOVA CYGNUS LOOP [MATERIALIZAÇÃO DE UM SER]

Cygnus Loop Supernova Remnant

universetoday.com

SONORIZANDO SUPERNOVAS


El proyecto “Ritmos del Universo” de Mickey Hart, ex Grateful Dead, busca sonorizar el universo traduciendo en audio las ondas electromagnéticas de los fenómenos cósmicos

Históricamente el espectro de los fenómenos cósmicos nos ha acostumbrado a espectáculos visuales de increíble belleza. Sus manifestaciones se desdoblan en una épica estética que nos ayuda a recordar nuestro papel en el universo (somos entidades, siempre asombrables, que observan a través de la conciencia). Sin embargo, hasta ahora el plano auditivo de estos escenarios galácticos se ha mantenido relativamente descuidado.

El proyecto “Ritmos del Universo” se propone responder a preguntas tan seductoras como: ¿A qué suena una supernova? ¿Cuál es el legado sonoro de un cometa? O incluso ¿De donde surge el audio que entretiene al oído divino? Una idea original de Mickey Hart, ex percusionista de la banda Grateful Dead, esta iniciativa contempla la sonorización del universo.

Se trata de convertir las ondas electromagnéticas, captadas dentro de la investigación tradicional en torno a las supernovas, en sonido. Esta data incluye altas y bajas frecuencias que son “disminuidas y comprimidas en formas de audio”. El resultado son vibraciones profundas contrastadas con sonidos más ruidosos. Tras este proceso Hart compuso tracks utilizando el audio galáctico. Su composición fue interpretada en un sistema de sonido especial, acompañado por imágenes extraídas de los archivos de la NASA, dentro de Cosmology, una conferencia realizada el pasado 13 de enero en Playa del Carmen, México, y organizada por el Berkeley Center for Cosmological Physics (BCCP).

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EXPLOSÕES DE SUPERNOVAS SE CONVERTE EM SONATA


La luz más brillante del universo traducida en sutiles sonidos, para crear una versión mundana de la música de las esferas.
 
El video es una grabación musical de tres años secuenciales de explosiones de supernovas de tipo 1a, que son causadas cuando estallan las estrellas enanas blancas. Alen Parker de la Universidad de Virginia y Melissa Graham de la Universidad de UC Santa Barbara asignaron a cada estallido un instrumento y una nota musical dependiendo de sus propiedades.
 
Las 241 supernovas musicalizadas en el video corresponden a datos del telescopio francocanadiense Hawai -con cada segundo de video equivalente a cerca de 2 semanas de tiempo real- que detectó estas explosiones entre abril del 2003 y agosto del 2006. El sonido de las estrellas fue ensamblado así:
 
Volumen: distancia: el volumen de la nota está determinado por la distancia a la supernova, con las supernovas más lejanas siendo más débiles y calladas.
 
Tono: alcance: el tono de la nota fue determinada por el “alcance” de la supernova, una propiedad que muestra cómo la supernova brilla y se desvanece. Altos niveles de alcance se tocaron como notas más altas.
 
Instrumento: masa de galaxia huesped: el instrumento en el que la nota se tocó fue determinado por las propiedades de la galaxia en la que se encuentra la supernova.
 
De esta manera tenemos conformada esta orquesta: espejo sónico de estrellas.
 
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AS ESTRELAS SÃO SERES CONSCIENTES

La ciencia de la conciencia de las estrellas: desde milenios atrás la mente religiosa ha considerado la posibilidad de que las estrellas sean seres conscientes, ahora la ciencia retoma esta resplandeciente posibilidad

La idea de que los cuerpos celestes tienen conciencia resulta disparatada para la ciencia establecida, pero no para la religión y la filosofía hermética que desde hace miles de años han estudiado secretamente esta posibilidad. Decirle a un científico que el Sol tiene conciencia de sí mismo y posee una voluntad sería inmediatamente recibido como la declaración de una conciencia primitiva, enteramente animista –de la que la ciencia se enorgullece de haber superado hace siglos. Y sin embargo esta intuición poética de una inteligencia cósmica ha atravesado el tiempo, reapareciendo en mentes diversas, resistiéndose a ser domesticada, como una salvaje conexión con lo que el poeta Allen Ginsberg llamó ”la estrellada dinamo de la maquinaria de la noche”. Las voces de las estrellas en nosostros son difíciles de callar del todo.

Ahora resurge dentro de la misma ciencia legitimada que ha sanitizado las ideas, pero que ante la incomensurabilidad del cosmos y las propiedades “espectrales” de la materia subatómica, de vez en cuando debe recurrir a la imaginación para intentar entender el universo. El Dr. Gregory Matloff, académico del New York City College of Technology, planeta la hipótesis de que la conciencia estelar podría resolver el enigma de por qué las estrellas giran alrededor de los centros galácticos a una velocidad superior a la que se esperaría si solo se cuenta la materia observable del universo. Generalmente se conjura la existencia de la materia oscura para explicar el movimiento estelar, pero la materia oscura permanece elusiva e indetectada –por lo pronto materia de ciencia ficción. Matloff se sirve de la ciencia ficción para proponer una teoría de la conciencia estelar para explicar la velocidad de las estrellas: en su novela Star Maker, Olaf Stapledon juega con la idea de que las estrella podrían tener una forma de conciencia. Matloff considera plausible, aunque acepta que no existen pruebas concluyentes, que las estrellas mantienen su posición galáctica a través de la acción volitiva, apelando al efecto Casimir como explicación generadora esta conciencia estelar.

Una posible explicación física para la moción estelar anómala es la psicokinesis. La hipótesis presentada aquí es que la “mente” o la conciencia de una estrella sintiente puede actuar directamente sobre las propiedades físicas (en este caso la velocidad galáctica) de la estrella.

Aunque no se pretende que la psicokineses sea parte de la física establecida o la psicología, al menos un estudio teórico indica que es posible dentro del marco aceptado de la mécanica cuántica.

De acuerdo a los argumentos presentados en este estudio, la conciencia (o la mente) puede influir directamente en las propiedades de un sistem físico utilizando la energía presente en las fulctuaciones de la mecánica cuántica. La conciencia podría hacer esto afectando el colapso de la función de onda en el sistema hacia un estado cuántico deseado.

Seguramente esto suena como herejía para el mainstream de la ciencia, pero si concedemos que el misterio del universo de ninguna manera ha sido resuelto y que es una propiedad fundamental, al menos de la realidad humana, ver reflejado en el mundo lo que pensamos sobre el mundo, esta teoría resuena con fibras profundas de formas de conocimiento alternativos, como puede ser la intuición o la imaginación poética. Matloff, sin embargo, intenta formular un argumento científico para explicar el surgimmiento de la conciencia en los hornos de las estrellas:

Los conceptos desarrollados en este trabajo aceptan que la conciencia, como la gravedad, está adherida a la estructura del universo. Como la gravedad no puede ser explicada invocando a la materia y a los campos de manera independiente; requiere de su interacción.

Varias teorías de la conciencia orgánica basadas en la física cuántica postulan que un campo universal de conciencia interactúa con nanoestructuras eléctricas dentro del sistema nervioso. En animales como el ser humano el espacio intersináptico de~20-nm dentro de la estructura neuronal del cerebro ha sido analizado por Evan Harrus Walker como la locación de los eventos a nivel cuántico que contribuyen a la conciencia. Pero todas las células eukaryotas contienen microtúbulos. Como es sugerido por Lynn Margolis, una forma de “conciencia microbial” podría estar basada en estas nanoestructuras.

Un aceracamiento desde el efecto Casimir a la conciencia estelar. Se asume que la interacción dentro de las fluctuaciones cuánticas produce una forma de conciencia en todos los enlaces moleculares, aunque esta es más débil que las formas de conciencia afectadas por las interacciones de las fuctuaciones del vacío con las nanoestructuras orgánicas como los microtúbulos y el espacio intersináptico.

En otras palabras, la conciencia sería una propiedad emergente del vacío cósmico, el cual se comporta de la misma forma que las partículas discretas de energía (quantums). Este panpsiquismo tendría diferentes interacciones, de mayor o menor fuerza, según la complejidad de las moléculas que se forman. El “yo” que identificamos con la conciencia no es una propiedad fundamental de ésta sino una consecuencia de una forma de autopercepción de la misma.: la conciencia existe antes y más allá de un ente que la integre o identifique como suya.

Matloff se cuestiona cómo comunicarnos con estas hipotéticas inteligencias estelares cuyas vidas son tan largas que un siglo nuestro les parecería menos de un segundo. E incluso como prevenir una guerra entre inteligencias planetarias e inteligencias astrales.

Otros científicos ya se han hecho las mismas preguntas. Recientemente el biólogo Ruper Sheldrake en su libro La Física de los Ángeles:

Nuestro acercamiento a un nuevo paradigma científico (ya no mecánico) es con la idea del universo como un organismo viviente. El Big Bang describe el origen del universo como una pequeña, indiferenciada unidad. Luego el universo evoluciona y crece y nuevas formas y estructuras aparecen a su interior. Esto se da más como un organismo que como una máquina. La vieja idea de la Tierra muerta ha dado paso a Gaia, la idea de la Tierra viviente. La vieja idea del universo sin creatividad, ha dado paso a la evolución creativa. Primero en el reino de las cosas vivas, por Darwin, y ahora vemos que todo el cosmos está en proceso de evolución creativa. Así que si todo el universo está vivo, si el universo es como un gran organismo, entonces todo lo que contiene se entiende mejor como organismos que como máquinas.

La segunda pregunta que viene a la mente es: bueno, si el universo está vivo, si los sistemas solares y las galaxias y los planetas están vivos, ¿también están conscientes? ¿O están vivos pero no tienen conciencia, de la misma forma que tal vez una bacteria puede estar viva pero no tiene conciencia? ¿ El tipo de vida que puede existir en el cosmos tiene más conciencia que nosotros, o presumimos que es mucho menos conciente que nosotros? ¿Somos los seres más conscientes que existen en el universo? La respuesta común de la ciencia es que sí. Yo creo que esa es una presunción muy poco probable. Así que si llegamos a la idea de muchas formas distintas de conciencia, si la galaxia tiene vida y conciencia, entonces debería de tener una conciencia mucho mayor que la nuestra —mayor en extensión, mayor en sus implicaciones y poder y mayor en la expansión de su actividad. Esto desde el punto de vista de la ciencia es una idea ridícula, porque la ciencia ha erradicado la conciencia de cualquier otro lugar en el universo que no sea el cerebro humano.

La idea de que los planetas pueden ser seres conscientes es central a la mayoría de las religiones primitivas: se concibe a la naturaleza como un ser inteligente, con el cual se puede establecer una comunicación (y marca un ritmo) o es una Gran Madre que provee alimento material como espiritual (las almas son como ramas de un árbol invisible cuya raíz está en el centro de todas las cosas). La filosofía gnóstica concibe al planeta como la manifestación de una diosa (o demiurgo benigno): Sophia (actualmente Gaia Sophia) y al sistema solar como la creación-encarnación de una serie de espirítus tutelares conocidos como Arcontes equivalentes a los planetas ( y a etapas de conciencia: eones). A grandes rasgos, el gnosticismo considera que estamos dentro de la mente de estas entidades planetarias que diseñan una especie de juego o misión divina (muchas veces similar a una matriz de realidad virtual) para nosotros, que somos extensiones de su conciencia. Phillip K. Dick da voz al Arconte en su novela The Three Stigmata of Palmer Eldritch:

Lo que quiero decir es que me convertiré en todas las personas del planeta…Seré todos los colonos mientras arriban y empiezan a vivir aquí. Guiare su civilización. Es más, seré su civilización.

El místico francés Eliphas Levi escribió “Dentro de los soles recuerdan todo; dentro de los planetas olvidan”, tal vez en esta frase radiante de platonismo esté la clave del enigma. ¿Vivimos en la mente de un planeta observando las luces en las estrellas a distancia, como si intentaramos deletrear algo que olvidamos: nuestro nombre? No es mi intención tratar de agotar el misterio de la conciencia o de la relación entre una forma de vida y la matriz que la genera. Al contrario, la intención es despertar el asombro y motivar a la reflexión que atraviesa su propio espejo: nos preguntamos en la noche, observando las estrellas, sobre nuestro origen y nuestra esencia, nos hacemos las eternas preguntas, y de alguna manera sospechamos que las estrellas tienen la respuesta.

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quarta-feira, 4 de julho de 2012

ALINHAMENTO PLANETÁRIO CONJUNÇÃO JUPITER, VÊNUS, ESTRELA ALDEBARÃ

29.06.2012

Quem acorda bem cedo (ou vai dormir bem tarde) já reparou em uma bela cena celeste. Ali, próximo ao quadrante leste, três objetos muito brilhantes estão praticamente alinhados no firmamento. A beleza e o brilho são tão grandes que é impossível não parar, ver e admirar a bela conjunção!

Os três objetos não são incomuns e mesmo quem não é muito ligado em astronomia já os conhece de longa data. A diferença dessa vez é que a natureza conspirou e colocou todos eles juntos para formar um alinhamento celeste visual.

Na cena matutina registrada na foto acima, o gigante gasoso Júpiter é o ponto brilhante visto à esquerda. Na outra ponta, do lado direito, a estrela Aldebarã participa do encontro enquanto Vênus, altamente brilhante, parece roubar a cena.

Apesar de parecerem próximos entre si, as distâncias dos objetos com relação à Terra não são nada pequenas. Dos três, Vênus é o mais próximo de nós e no momento da cena se localizava quase na esquina, a 54 milhões de quilômetros da Terra. Bem mais distante, Júpiter se encontra atualmente a 865 milhões de quilômetros.

Aldebarã é a estrela mais brilhante da constelação de Touro e é o objeto mais distante. Medições feitas pelo satélite Hipparcos indicam que a estrela se localiza a 65 anos-luz da Terra, cerca de 5.8 quatrilhões de quilômetros. Seu brilho é aproximadamente 150 vezes mais intenso que nosso Sol, tão forte que na Grécia antiga já era conhecida como "tocha".

Se você ainda não viu o alinhamento estelar, não se preocupe. O evento ainda estará no céu pelos próximos dias e com uma vantagem. No dia 9 de julho a estrela Aldebarã ficará praticamente colada em Vênus, tornando o espetáculo ainda mais bonito.

Fotos: No topo, imagem mostra a conjunção vista a partir da cidade de São Paulo, em 29 de junho de 2012. A cena foi registrada sem tripé, com ISO 1600 e apresentou a grande granulação observada. Se você tiver um tripé poderá obter uma excelente foto, baixando o ISO e aumentando o tempo de exposição. Acima, animação registrada pela WeatherCam do Apolo11 mostra os objetos subindo no céu paulistano. Devido á baixa sensibilidade da câmera, Aldebarã não é vista nas cenas.

Crédito: Rogério leite, Apolo11.com.