domingo, 6 de maio de 2012

A TERRA É OCA E ESTÁ SE EXPANDINDO

A geologia, informa que nosso planeta é uma esfera maciça constituida de três camadas : da crosta ou superfície, do manto, e por último um núcleo líquido de ferro e níquel.

Na verdade a nossa Terra é praticamente oca, possui duas grandes aberturas, uma no pólo Norte, outra no pólo Sul, sobre o continente antártico, existe um sol central menor que funciona como uma lâmpada constante que ilumina a Terra na sua parte interna.

Nosso planeta possui uma crosta em torno de mil duzentos e noventa quilômetros e a temperatura chega a aumentar até a quinhentos quilômetros. Depois a temperatura começa a diminuir.

Os astrônomos, físicos e geólogos já conseguiram determinar a massa do planeta Terra. Calcular isto é relativamente fácil, basta calcular sua gravidade, velocidade e deduzir a rotação. O resultado é sempre o mesmo: a Terra possui uma massa de quase seis sextilhões de toneladas. Sabe-se que há algo estranho nisto, pois se distribuíssemos massa por toda a esfera do planeta, se fosse maciça, deveria ter algo em torno de cinquenta sextilhões de toneladas. Conclusão: há muito espaço vazio na parte interna. A velocidade da rotação da Terra também, é diminuida um pouco porque o sol interno do centro da Terra possui uma espécie de singularidade em que rotaciona em sentido contrário ao da crosta do planeta. Pelo atrito, a velocidade de rotação da Terra diminui..

Quando ocorrem terremotos e maremotos na superfície do planeta, a Terra fica várias semanas pulsando internamente como sino - com pulsações a cada cinquenta e quatro minutos ( não é o som, mas a vibração ) o que se sugere que a frequência de densidade de partículas é bem diversa se compararmos a superfície do planeta com a parte interna. Para vibrar esta parte tem que ser obrigatoriamente menos densa, mais oca. Se fosse uma bola maciça, a Terra não vibraria ( esta informação procede de uma universidade australiana).

Para quem acessa na internet o Google Hearth mostra imagens via satélite do mundo todo, ao redor deste pólos, percebe-se nitidamente que existe mar aberto no que se refere ao pólo Norte, onde deveria existir gelo, porque mais ao sul existe o gelo da Groenlândia, do Canadá, da Rússia. Como mais ao sul existe gelo e mais ao norte existe mar aberto a conclusão é que no pólo Norte a região é mais quente devido a abertura que é a entrada para a Terra interna.

Viagens sobre as regiões polares não são permitidas para aviões civis. Se você resolver voar por aquelas paragens, será visitado por aviões de caça que -gentilmente- dirão para você fazer meia-volta. Com tantas linhas aéreas que existem viajando pelo mundo, mas nenhuma delas passa pelos pólos. Quanto tempo seria reduzido se ao invés de viajarmos pelas linhas dos trópicos ou do equador em que a viagem é muito mais longa, viajássemos cortando os atalhos polares que são mais achatados. Uma viagem do Brasil para a Austrália ou Nova Zelândia, ficaria diminuida em um quinto, utilizando simplesmente uma chamada bússola giroscópica este problema não ocorreria. Na verdade, não querem que verifiquemos a abertura para a Terra Interna.

A bússola sempre aponta para o norte magnético, de tal forma que quando você se dirigisse para o norte e o atingisse a bússola automaticamente apontaria para o sul independente do lado que você a girasse. No entanto, nenhum explorador atingiu o pólo real usando este método. Por que o pólo físico está sobre o ar, no céu, acima das aberturas polares e a Terra também é achatada nos pólos. O máximo que um explorador oficial conseguiu é chegar nas bordas físicas destas aberturas e depois retornar achando que atingiu os pólos. Se tivesse seguindo reto mais ao norte, encontraria as referidas aberturas com um clima mais cálido e entraria no mundo interno.(Se vocês notarem, uma bússola nunca aponta exatamente para o
norte, mas há uma pequena diferença; é que o pólo magnético não é um ponto, mas uma circunferência que corresponde a abertura polar).

A abertura do pólo Norte possui algo em torno de dois mil duzentos e sessenta quilômetros, enquanto que a abertura do pólo Sul é um pouco menor com dois mil cento e oitenta quilômetros . Em volta da curvatura das referidas aberturas polares fica um outro anel de gelo, chamado a Grande Barreira de Gelo de Água Doce, ou Barreira de Gelo. Daqui é de onde se originam os icebergs. Em cada inverno este anel de gelo é formado de água doce que flui do interior da Terra. Durante os meses de inverno, bilhões de toneladas de água doce, vindos dos rios do interior da Terra e fluindo para o lado de fora, através das aberturas polares, congelam na saída e formam montanhas de gelo de água doce, cuja presença nesta região seria inexplicável se a Terra fosse uma esfera sólida. No verão, icebergs com quilômetros de comprimento se quebram e flutuam para o lado de fora da Terra. Eles são constituídos de água doce, quando pode existir somente água salgada nos pólos. Uma vez que este é o caso e como toda água no lado de fora da Terra, nestas regiões, é salgada, a água doce da qual estes icebergs são formados deve vir do seu interior. Os icebergs produzidos através da abertura polar norte são mais largos e de comprimento menor que os do icebergs feitos no pólo sul que são mais estreitos só que mais compridos. É que no primeiro caso os rios interiores são mais largos e acidentados e no segundo caso os rios internos são mais estreitos e sem acidentes geográficos relevantes.

Dentro dos icebergs, têm sido encontrados os mamutes e outros enormes animais tropicais, que se acredita serem de origem pré-histórica, porque jamais foram vistos na superfície da Terra, em perfeito estado de conservação. Alguns deles têm sido encontrados com plantas verdes na boca e estômago, do tempo em que foram congelados subitamente. A explicação usual é que estes animais pré-históricos viviam nas regiões árticas, quando estas tinham um clima tropical, e que a chegada do período glacial subitamente converteu o ártico de tropical em uma zona frígida, congelando-os antes que tivessem tempo para fugir para o sul. No entanto, esta explicação oficial não corresponde à realidade. Na verdade, nas terras internas do oco da Terra, existem mamutes vivendo até o dias de hoje, e existem vários outros tipos de animais grandes que são encontrados congelados nos icebergs .Já foram encontrados leões, hipopótamos, hienas, búfalos, ursos, jaguares , macacos ,elefantes, etc. Todos estes constituem a fauna interna, onde há um clima tropical e subtropical com temperaturas mais cálidas ou amenas. Dentro dos icebergs, encontram-se também sementes tropicais, pólens e plantas diversas - até se vê neve colorida em áreas correspondentes a hectares , decorrentes do pólen colorido. Os exploradores polares também mencionam a existência de fauna quanto de flora no extremo norte. Muitos animais, como o boi almiscarado, estranhamente, emigram em direção ao norte, no inverno, o que fariam somente se alcançassem por lá uma terra mais quente. Repetidamente, os exploradores polares têm observado ursos diringido-se ao norte, para uma área onde não poderia haver alimentos para eles se não houvesse uma abertura polar para regiões mais quentes. Também foram encontradas raposas, ao norte do paralelo oitenta, obviamente bem alimentadas. Sem exceção, os exploradores árticos concordam que quanto mais para o norte se vai, depois de uma certa latitude, mais quente fica. Invariavelmente, o vento norte traz um tempo mais quente. Árvores coníferas foram encontradas, impelidas para a praia, vindas do norte distante. Borboletas, abelhas e até mesmo mosquitos foram encontrados no norte, e entretanto, eles não são vistos a centenas de quilômetros mais ao sul, e somente podem ser achados quando se alcança as áreas do Canadá e do Alaska, capazes de sustentar tal tipo de vida animal. Variedades de flores desconhecidas foram também encontradas no extremo norte. Foram vistas, vindo e retornando para o norte, aves semelhantes a narcejas, mas diferentes das espécies conhecidas. Também várias aves que foram marcadas com chips de rastreamento e que desaparecem no inverno ,indo até as aberturas polares do norte e do sul, onde se perdem seus sinais.As lebres são abundantes numa área do norte distante, onde não prospera qualquer vegetação, mas onde são encontrados restos vegetais vagando nas águas abertas mais ao norte. Tribos de esquimós têm deixado vestígios inconfundíveis da sua migração, pelos seus acampamentos provisórios, sempre avançando em direção norte. Os esquimós do sul falam de tribos que vivem no norte longínquo. Mantém a crença de que os seus ancentrais vieram de uma terra paradisíaca no extremo norte.

No continente antártico se percebe que na região ao redor da abertura polar existem vários lagos pequenos com temperatura de pelo menos zero grau, pois afinal são lagos líquidos. Existem dezenas destes lagos mais quentes, onde deveria ser mais frio. Também os Alpes Antárticos, nesta região têm temperaturas bem mais quentes e sem gelo.

Muitos exploradores árticos, depois de passarem o anel de gelo, em volta da curvatura que leva ao interior da Terra, continuaram direto para o norte, até cruzarem a barreira de gelo. Muitos entraram na abertura, que leva para o interior, mas não o perceberam e pensaram que estavam ainda na superfície externa. A razão para isto é que a abertura é tão grande que não se pode perceber a diferença, exceto que o sol se levanta mais tarde e se põe mais cedo, com os seus raios interceptados pela borda da abertura polar, depois que por ela se entra. Uma vez chegados ao interior da Terra, os exploradores entraram num novo mundo, onde encontraram coisas opostas ás que esperavam. A agulha da bússola passou a ficar na posição vertical, como antes, devido ao fato de que o verdadeiro pólo magnético se localiza no meio da curvatura que leva do lado de fora para o lado de dentro da Terra. Quanto mais para o norte iam, mais quente se tornava. O gelo das regiões árticas, mais ao sul, desaparecia e era substituído por mar aberto. Os ventos do norte faziam com que a temperatura se tornasse cada vez mais quente. O clima era moderado e agradável. Frequentemente, a poeira trazida pelo vento era insuportável. Alguns exploradores tiveram que regressar por causa da poeira. Esta provém de vulcões que existem dentro da abertura polar.

Vale informar que o interior oco da Terra tem uma área de terras maior do que a da superfície externa, porque enquanto que setenta e cinco por cento da superfície da Terra externa é coberta por água, deixando somente cento e quarenta e dois milhões de quilômetros quadrados para a superfície de terras, a superfície total da Terra externa é de quinhentos e oito milhões de quilômetros quadrados. Os oceanos do interior não são comparáveis, em tamanho, com os da superfície, e também existem três vezes mais terras dentro da Terra do que no lado de fora, de modo que, a despeito da menor circunferência e menor área total do interior, sua área de terras é maior. O interior tem um clima melhor e mais salubre do que o que temos na superfície, sem ventos frios, furacões, terremotos, tempestades elétricas, ciclones, precipitações radioativas, raios cósmicos, radiações solares radioativas, erosão do solo devido a chuvas excessivas e outras desvantagens. Tem um clima tropical e subtropical ideal.

Respondemos uma questão : porque o Sol não aparece por tanto tempo no inverno, perto dos supostos pólos ? Porque durante o inverno o Sol incide sobre a terra obliquamente próximo aos pólos . Quando se passa a margem da abertura polar e se aproxima do interior da Terra, afunda-se para dentro do interior oco. Os raios do Sol são então interceptados e não aparecem novamente até que incidam naquela parte da terra mais diretamente e brilhem para dentro do interior. Isto explica porque as noites são tão compridas no norte distante.

Os meteoros estão constantemente caindo próximo aos pólos. Qual a razão ? Se a Terra fosse sólida ninguém poderia responder esta pergunta. Se a Terra é oca, pode ser respondida facilmente. Alguns vulcões em erupção existem no interior da Terra, que expelem constantemente rochas para o ar. Enormes quantidades de poeira são encontradas no ártico. Que é que ocasiona esta poeira ? As erupções vulcânicas. O pó tem sido analisado e se mostra constituído de carbono e ferro, o que deve vir de algum vulcão localizado na abertura polar.

O que é que produz a chamada aurora boreal ou astral, aquelas luzes gigantescas, sinuosas e coloridas que aparecem sobre os pólos ? É apenas o reflexo do sol interno que existe dentro da Terra, cujos raios se projetam através da abertura polar no céu da noite, e as formas cambiantes e raiadas das auroras boreal e austral são devidas às nuvens que interceptam os seus raios. Na verdade, o sol interno é constantemente realimentado pelos raios do Sol que penetram obliquamente nas aberturas polares. O sol interno condensa estes raios e emite mais luz. Ele se localiza no centro da Terra por causa da ação gravitacional.Sabemos que as auroras são decorrentes principalmente do sol interno, porque há ocasiões em que o vento solar está em apenas dois por cento de sua capacidade, e mesmo assim, são produzidas auroras magníficas pelo sol interno. Este equivale a uma lâmpada continuamente acesa.

O que ocasiona as ondas de maré no ártico ? Elas são causadas pela queda dos icebergs no oceano, quando deixam os lugares onde foram formados. Esta é a resposta porque nada mais pode produzir uma fração da movimentação causada por um iceberg grande, quando mergulha no mar.

Qué é que ocasiona a neve colorida da região ártica e antártica ? Há duas causas. A neve vermelha, verde e amarela é causada por materiais vegetais em suspensão no ar, em tal densidade que, quando caem na neve,a colorem. Estes materiais vegetais são botões ou pólens de plantas. Como estas não se desenvolvem na Terra, pode-se deduzir que se desenvolvam no interior e saiam pela abertura polar. A neve preta, observada frequentemente, é causada pelo pó preto, de carbono e ferro, que sai de dentro do vulcão em erupção.Como não existe vulcão ativo perto do oceano Ártico, ele deve estar no interior da Terra. Inclusive o gelo é cheio de rochas, saibro e areia, porque, então, provém do vulcão que está explodindo.

Sabemos que existe uma evidência astrônomica que não só a Terra, mas todos os planetas e estrelas do universo têm interiores ocos e sóis centrais. Muitos dos satélites também são ocos. Existem várias fotos tiradas dos planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão, do Sol e de vários satélites que mostram auroras boreais e austrais e várias destas fotos são retocadas, modificadas de tal forma que não mostram as aberturas polares. Uma ilustração que podemos explicar é com relação a formação das chamadas nebulosas planetárias espiraladas que apresentam uma forma de concha. Como resultado da força centrífuga, a sua rotação, durante a sua formação primitiva quando ainda fundida, fez com que os componentes mais pesados fossem arremessados para fora, formando uma crosta dura na superfície externa de cada planeta e deixando o interior oco, enquanto que uma porção do fogo original permaneceu no centro, para formar o sol central. Igualmente, a força de sua rotação e sua movimentação pelo espaço fizeram com que formassem as aberturas nas extremidades polares. Ou seja trata-se de um fenômeno universal. Em planetas mais longe do Sol, como Júpiter, Saturno , Urano e Netuno, ainda se mantém uma grossa camada de atmosfera na parte externa dos planetas, enquanto que nos planetas mais internos como Mercúrio, Vênus, Terra e Marte a solidificação foi mais acentuada. No entanto, todos os planetas, sejam os internos ou os externos tem um interior oco com um sol central. Também com relação a nossa estrela, o Sol, várias vezes foi fotografada pelo satélite artificial Soho, em que se mostram imagens que sugerem manchas solares sendo sugadas para o seu interior também oco. É só prestar um pouco de atenção as imagens fornecidas- desde que ELES esqueçam de retocá-las.

Existem várias histórias de exploradores que entraram pelas aberturas polares e que até chegaram viver por anos juntos às civilizações intraterrenas. No entanto, o explorador mais famoso foi o Contra-Almirante Richard E. Byrd , norte-americano que fez duas viagens aos pólos. Em fevereiro de mil novecentos e quarenta e sete viajou pela abertura ártica e adentrou dois mil setecentos e trinta quilômetros no interior da Terra. Fez até um diário da expedição e chegou a ser escoltado por uma civilização avançada que habita o oco da Terra. Diziam ser uma cidade interna que faz parte do chamado reino de Agartha, e possuiam altíssima tecnologia, até com produção em série dos chamados ovnis. Em fevereiro de 1956, fez uma nova viagem , desta vez adentrando três seiscentos e noventa quilômetros da entrada do pólo antártico.

Sabemos que até 12.500 anos atrás existiam basicamente, de forma generalizada ,três civilizações vivendo sobre a superfície da Terra: os atlantes que residiam sobre uma terra que existia sobre a região do Oceano Atlântico, os lemurianos quer viviam sobre uma região do Oceano Pacífico; ambos muito avançados tecnologicamente e uma civilização mais rústica e pré-histórica que habitava grande parte do mundo. Houve um impasse naquela época: os atlantes queriam ajudar e controlar em todos os aspectos a evolução dos seres mais rústicos, interferindo em todos os aspectos de suas vidas, inclusive até intervieram geneticamente. No entanto, os lemurianos não concordavam com esta interferência atlante, explicando que tal intervenção seria mais prejudicial do que positiva. Pela divergência de ideologias destes dois povos mais avançados, houve até uma guerra entre lemurianos e atlantes que causou até a submersão dos continentes de Lemúria e Atlântida. Muitos destes fugiram para o interior da Terra, quando dos cataclismas e estão lá até hoje. Vale informar que muitos deles possuem altíssima expectativa de vida, alguns vivem até quinhentos anos - alguns são altos , com até quatro metros de altura - e possuem um avanço notável tanto a nível tecnológico como espiritual . Existem em torno de cem cidades na Terra oca, vamos citar algumas : a cidade de Poseid que foi o primeiro refúgio dos atlantes com entrada no estado do Mato Grosso e possui um milhão e trezentos mil habitantes ; a cidade de Shonshe que foi refúgio dos uigures, ramo de lemurianos, possui entrada no Himalaia e possui em torno de três milhões e quinhentos mil habitantes ; a cidade de Rama, entrada perto da cidade de Jaipur, na Índia, que possui um milhão de habitantes ; a cidade de Shingwa, com entrada entre as regiões da China e Mongólia e possui um milhão e meio de habitantes e a cidade de Telos, com entrada perto de Mount Lassen, na Califórnia e possui um milhão e meio de habitantes. Também, existe a nível interno da Terra várias outras civilizações originárias de outros pontos do cosmos. Por exemplo, existem as cidades chamadas Kao Nigor que foram originalmente habitadas por seres oriundos da constelação de Lyra (estes são os seres que originaram todos os outros seres humanos da galáxia). Muitos discos voadores provém da civilizações que estão no oco da Terra, e muitos deles quando perguntados de onde procedem, dizem que vêm de outros planetas, para que possam se preservar internamente.

Não existem apenas as duas grandes aberturas polares naturais, mas existem diversos túneis subterrâneos artificiais que conectam as cidades do oco da Terra com a superfície externa. Há vários túneis de ligação com a região brasileira, com o Peru, com a Bolívia, com o Chile com a Argentina, com a América Central, com o Tibete, com a África, com o leste europeu, com a Índia, com a Austrália, com a Nova Zelândia, com as ilhas do Pacífico e Índico, e muitos outros lugares.

São cidades etéricas ou de um físico mais sutil. Possuem passagens interdimensionais para as dimensões físicas. São elas as cidades de Miz Tli Tlan no Peru, Mirna Jad, na Serra da Mantiqueira no Brasil, Ibez na Serra do Roncador no Brasil, Aurora no Uruguay, Erks no vale do Uritorco na Argentina, Iberah na Argentina, Lis-Fátima na França e em Portugal, Anu Tea no Oceano Pacífico, Shamballa no Tibete, Niskalkat, na Rússia, etc. Vejam só, estas cidades são etéricas por isso não estamos falando aqui dos planos astral, mental, intuitivo, monádico e divino. As civilizações do oco da Terra criaram um campo ou escudo de energia densíssimo que circunvolve e monitora as enormes aberturas polares.

Estudos de geografia e geologia ensina que antigamente, a mais ou menos duzentos milhões de anos atrás, que existia apenas um continente no planeta Terra, que se chamava Pangéia, sendo circundado por um único oceano chamado Pantalassa. Realmente, verificamos que as atuais costas do Brasil encaixam perfeitamente com a costas africanas, que a Antártida também encaixa com a Austrália, sul da América do Sul e África e a Europa se encaixa com a América do Norte, com perfeição. No entanto, sabemos que naquele passado longínquo o planeta Terra era uma esfera de menor tamanho do que hoje, e não havia, então, nenhum oceano . Toda a superfície da Terra era ocupada por Pangéia. O que aconteceu é que pela própria força de rotação do planeta, houve uma expansão do diâmetro do planeta, produzindo as rachaduras que causaram o distanciamento dos continentes atuais. O que se costuma explicar como deslocamento das chamadas placas tectônicas é apenas uma explicação fragmentada do que realmente acontece. Esta teoria só leva em conta as forças laterais, esquecendo da força de dentro para fora, decorrente da rotação da Terra. Os oceanos foram sendo produzidos posteriormente e não o contrário. A vida originalmente começou na terra da Pangéia antiga. Se nós, através de uma animação computadorizada formos contraindo o diâmetro da Terra, notamos que o antigo continente de Pangeia se encaixa em todas as dimensões. Até as bordas da Ásia e da Austrália se encaixam com as costas ocidentais das Américas, fechando uma esfera perfeita mais de diâmetro menor, que correspondia à Terra antiga. Existem apenas duas falhas, onde não se acha terra. A explicação é que estas falhas correspondem aos antigos continentes de Atlântida e Lemúria que submergiram a milhares de anos, pois as falhas ocorrem justamente nas regiões que correspondem a uma área do Oceano Atlântico e outra do Oceano Pacífico. Consequentemente , naquela época , a Terra interna oca possuia uma área bem menor. A conclusão é que a Terra está aumentando de tamanho, está se expandido
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